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domingo, 15 de maio de 2011

Stoner domina o fim de semana em Le Mans, Pedrosa sofre acidente

Na França só deu Casey Stoner. O australiano da Honda dominou todos os treinos livres, largou na pole position e venceu a corrida com sobra.

Stoner perdeu posições na largada, para Dani Pedrosa e Marco Simoncelli, mas conseguiu recuperar uma delas já na primeira curva e não levou muito tempo para conseguir de volta o 1º lugar. Depois disso, o australiano manteve-se na frente até o fim, sendo acompanhado por seu companheiro Dani Pedrosa, por sua vez acompanhado por Marco Simoncelli, que separava o primeiro pelotão do segundo, formado por Valentino Rossi, Jorge Lorenzo e Andrea Dovizioso.

A polêmica do fim de semana foi o acidente de Pedrosa e Simoncelli. O italiano estava num ritmo muito melhor que o espanhol e tentou uma ultrapassagem por fora, no fim da reta oposta. Simoncelli atravessou na frente de Pedrosa, que se desequilibrou e caiu da moto. A ultrapassagem, na minha opinião, foi agressiva, mas não desleal, o que tira os méritos da direção de prova, que impôs ao italiano uma passagem pelos boxes. Dani Pedrosa fraturou a clavícula direita. Em 2010, ele fraturou a clavícula esquerda e passou por duas cirurgias, uma delas há poucos meses. Pela minha experiência em fraturas no ombro, acredito que a recuperação deva levar 1 mês e meio no mínimo. A polêmica deve permanecer na mídia pelas próximas semanas, sem dúvida.

No fim da prova, com Casey Stoner já consolidado na frente, a briga pela segunda colocação ficou entre Jorge Lorenzo, Andrea Dovizioso e Valentino Rossi. O atual campeão, Lorenzo, foi ultrapassado pelos dois rivais italianos, que travaram um lindo duelo até o fim da corrida. Rossi conseguiu a segunda posição na penúltima volta, mas foi ultrapassado em seguida pelo compatriota. Foi o primeiro pódio de Valentino Rossi na temporada e o primeiro dele pela equipe Ducati.

Confira a Classificação Final do GP da França:

1º-Casey Stoner-AUS/Honda-44:03.955
2º-Andrea Dovizioso-ITA/Honda-+14.2s
3º-Valentino Rossi-ITA/Ducati-+14.6s
4º-Jorge Lorenzo-ESP/Yamaha-+21.1s
5º-Marco Simoncelli-ITA/Honda Gresini-+31.2s
6º-Ben Spies-EUA/Yamaha-+31.6s
7º-Nicky Hayden-EUA/Ducati-+35.6s
8º-Hiroshi Aoyama-JAP/Honda Gresini-+51.2s
9º-Hector Barbera-ESP/Aspar Ducati-+63.7s
10º-Karel Abraham-CZE/Cardion AB Ducati-+63.9s
11º-Toni Elias-ESP/LCR Honda-+64.0s
12º-Alvaro Bautista-ESP/Suzuki-+64.2s
13º-Colin Edwards-EUA/Yamaha Tech 3-+2 voltas
Ret-Loris Capirossi-ITA/Pramac Ducati-+7 voltas
Ret-Dani Pedrosa-ESP/Honda-+11 voltas
Ret-Cal Crutchlow-GBR/Yamaha Tech 3-+22 voltas
Ret-Randy de Puniet-FRA/Pramac Ducati-+27 voltas

Imagem: AutoSport

domingo, 1 de maio de 2011

Indy 300 é adiada por causa da chuva

A largada da Indy 300 ocorreu logo após às 13h de hoje. Depois de 9 voltas e muitos acidentes, que envolveram alguns dos pilotos brasileiros, como Hélio Castroneves, Tony Kanaan e Vítor Meira, a direção da prova resolveu adiar a corrida. Antes disso os pilotos ainda deram duas voltas, mas a decisão da direção já havia sido tomada.

Isso ocorreu por causa do temporal que caiu no circuito do Anhembi, onde ocorre a prova da etapa de São Paulo. Os pilotos e os telespectadores aguardaram mais de duas horas para a decisão da direção de prova. A decisão dividiu opiniões inclusive dentro do paddock da IndyCar.

Uma coisa é certa: ao contrário de categorias top, como a Fórmula 1, a IndyCar se mostrou completamente desorganizada. A prova está marcada para as 9h desta segunda-feira, mas não há confirmação de transmissão pela TV. Quem comprou ingressos para o domingo poderá assistir à corrida nesta manhã. Quem não for ao autódromo não será ressarcido. Ao contrário do que ocorreu ontem e hoje, acredito que as arquibancadas estarão quase vazias amanhã.

Atualizado às 22:06: o adjetivo desorganizada foi utilizado nesta postagem devido à demora da direção de prova para divulgar sua decisão de adiamento da prova. A decisão em si merece respeito, já que não se deve arriscar a vida dos pilotos que na pista estariam correndo debaixo de um temporal, dentro de carros que não tem uma extrema segurança, comparada à segurança da Fórmula 1, por exemplo.

Atualizado às 22:13: a Band confirmou que transmitirá, ao vivo, a partir das 9h desta segunda-feira, a corrida da São Paulo Indy 300.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

"Hipocrisia ridícula"

Não é nada admirável que o chefe da Ferrari, equipe da qual talvez tenham saído as ordens de equipe mais descaradas de toda a história da Fórmula 1, tenha elogiado a ação da FIA de mudar o artigo que proibia o ato, que sempre causa tanta polêmica. Stefano Domenicali é o sucessor de Jean Todt, o francês que agora é o presidente da Federação Internacional de Automobilismo, mas que em 2002 mandou Rubens Barrichello deixar a vitória em prol de seu companheiro de equipe, Michael Schumacher.

O chefe (Domenicali) da equipe de Maranello disse que a regra que proibia as ordens de equipe era uma "hipocrisia ridícula". Para este blogueiro a proibição das ordens de equipe podia até ser uma hipocrisia ridícula, visto que a Fórmula 1 sempre foi um esporte onde a atuação das equipes tem valor importante, quando a maioria delas preocupa-se mais com o Campeonato de Construtores do que com o de Pilotos. Mas, convenhamos, o que a Ferrari sempre fez, dando ordens para um piloto dar passagem a outro na metade de um campeonato, serviu apenas para diminuir a credibilidade da categoria máxima do automobilismo.

Imagem (Getty Images): Stefano Domenicali (E) e Christian Horner (D), chefe da equipe Red Bull. De um lado a equipe que mais se envolveu em polêmicas ligadas às ordens de equipe, do outro, a atual campeã da Fórmula 1, que rejeita tal prática.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Mudanças na Fórmula 1: polêmica e meio ambiente

Foram aprovadas hoje pelo Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo algumas alterações para as próximas temporadas da Fórmula 1. Entre as principais alterações está a liberação das ordens de equipe em 2011, que foram proibidas após a polêmica do Grande Prêmio da Áustria de 2002, mas que voltaram à tona na corrida da Alemanha de 2010.

A FIA aprovou, além das ordens, a volta dos motores turbo quatro cilindros, de 1,6L, que aumentam em até 50% a eficiência do consumo de combustível. Os motores "ecológicos" começarão a ser utilizados apenas em 2013. A categoria também visa liberar o uso de biocombustíveis a partir de 2012 e a comunicação dos pilotos com suas equipes via rádio será liberada integralmente para as transmissões de TV.

Já para 2011, os pilotos terão a possibilidade de ajustar a asa traseira de dentro do cockpit, para facilitar ultrapassagens, além do aumento de corridas feitas com a mesma unidade de câmbio, de quatro para cinco durante a temporada. Outra mudança é a autorização ao diretor de prova, que, em caso de entrada do Safety Car, poderá fechar o pitlane.

Para não terminar sem levantar polêmica sobre as ordens de equipe, é provável que muitos fãs da Fórmula 1 vejam com maus olhos a decisão da FIA de permiti-las. Eu particularmente sou contra, mas o problema não são as ordens, elas podem acontecer, mas as equipes vão ter de saber o momento de utilizá-las para não mancharem a imagem do esporte.

Imagem(AFP): Fernando Alonso comemora com Felipe Massa a vitória do GP da Alemanha de 2010, após o brasileiro ceder a posição a seu companheiro de equipe.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Um mundo difícil de se entender

Ontem o Grupo Lotus, que pertence à empresa malaia Proton, anunciou a compra das últimas ações da montadora de carros francesa Renault em sua equipe na Fórmula 1. Com a compra o nome do time passará a ser Lotus Renault GP em 2011. Porém, ao contrário do que parece, a notícia não soou tão bem para alguns indivíduos que fazem parte do circo da categoria máxima do automobilismo. É o caso de Tony Fernandes, dono da equipe Lotus Racing, que correu sendo assim chamada em 2010.

O porquê é simples: Fernandes briga na justiça com o Grupo Lotus pelo uso do nome da equipe, e inclusive pelo uso da pintura que o time francês apresentou (imagem: divulgação), alegando que comprou o nome. Mas em que essa briga interessa ao fã, torcedor, que acompanha a Fórmula 1? De fato, em nada, mas para as equipes ter um nome de prestígio, que fez muito sucesso no passado, atrai investimentos e é uma grande jogada de marketing - e essa é a palavra que move a categoria.

Caso ocorra de Tony Fernandes perder o nome na justiça, sua equipe passará a ser chamada de 1Malaysia (One Malaysia), o que para mim, ou para você, não vai fazer a menor diferença. Afinal, o que interessa na Fórmula 1, para nós, é a velocidade, a briga por vitórias, o esporte em si. Do outro lado, a vontade de permanência na categoria é grande, já que o Grupo Lotus pretende no futuro comprar todas as ações na equipe francesa (o restante é do grupo de investimentos luxemburguês, Genii). Se Fernandes vencer, teremos duas equipes Lotus: o Team Lotus, dele próprio e a Lotus Renault GP, do grupo de onde vem o nome.

A Fórmula 1 é um mundo difícil de se entender, em se tratando de patrocínios e investidores e sua relação com o lado técnico. No mais, só o que pode ser feito pelos fãs do automobilismo é aguardar e ver até onde a briga pelo nome Lotus vai ser levada (porque na pista é difícil de imaginá-la).

P.S.: Fiquei ausente por vários meses, mas espero estar de volta, firmemente.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Escândalo: as opiniões daqueles que conhecem o automobilismo

Após o Grande Prêmio da Alemanha (leia o resumo aqui), ex-pilotos, donos de equipe e jornalistas deram suas opiniões. Veja abaixo:

Rubens Barrichello, ex-piloto da Ferrari: "Conheço bem o que aconteceu na Ferrari. Parece um VT."

Christian Horner, chefe de equipe da Red Bull: "Foi a ordem de equipe mais clara que já vi."

Felipe Massa: "Tomei a melhor decisão pela equipe".

Stefano Domenicali, chefe de equipe da Ferrari: "Ordens de equipe não são problema."

Nelsinho Piquet: "A Fórmula 1 não é um mundo colorido."

Fernando Alonso: "Vi Felipe lento e passei. Esse 1-2 é bom pra Ferrari."

Niki Lauda, tricampeão mundial da Fórmula 1: "Ele (Fernando Alonso) mostrou que não tem caráter."

Luca di Montezemolo, presidente da Fiat-Ferrari: "Quem é contratado para pilotar aqui sabe: interesses da equipe vêm antes de interesses pessoais. Polêmicas não interessam."

Eddie Jordan, ex-chefe de equipe e comentarista da BBC: "Foi ilegal e foi roubo. Eles nos roubaram a chance de ver uma disputa roda-a-roda na pista. A Ferrari devia ter vergonha. Para mim, isso é trapaça."

David Coulthard, ex-piloto de Fórmula 1: "Essa regra é ridícula. Você não deve impedir que as equipes controlem seus resultados na corrida."

Na minha humilde opinião, o que ocorreu na Ferrari deve ser visto de várias maneiras. A Ferrari preocupa-se em ganhar o título de construtores e o título de pilotos. Se Massa vencesse a corrida, ficaria muito atrás do líder do campeonato, Lewis Hamilton. Fernando Alonso também. Os sete pontos de diferença entre o primeiro colocado de uma corrida e o segundo podem ser muito importantes no fim de um campeonato. Agora, que o melhor para o esporte em si seria uma punição bem severa à Ferrari, seria.

Atualizado em 27/07/2010 às 22:54.

O bom funcionário

Passaram-se oito anos desde o GP da Áustria de 2002 em que Rubens Barrichello deu passagem para seu então companheiro de equipe, Michael Schumacher, por ordem do staff técnico da Ferrari. Mas o GP da Alemanha que aconteceu ontem (domingo) foi, em alguns aspectos, semelhante ao ocorrido no circuito de A1-Ring.

Na largada o piloto da Red Bull, Sebastian Vettel, que largou da pole position, preocupou-se em defender-se de Fernando Alonso, sem reparar que o companheiro de equipe do espanhol atacava pela linha de fora. Logo, Felipe Massa conseguiu fazer a primeira curva na primeira posição, com Alonso em segundo. Após a parada para troca de pneus, as primeiras posições da corrida não se modificaram. Fernando Alonso tentou atacar Felipe Massa, mas foi fechado e, em seguida, falou pelo rádio: "Isso é ridículo", se referindo ao fato de estar à frente no Campeonato de Pilotos e não poder ultrapassar o companheiro.

Essa pressão do piloto espanhol, acostumado em ser o primeiro piloto quando esteve na Renault, fez com que Rob Smedley, engenheiro da Ferrari, dissesse a Felipe, na volta 48, pausadamente, pelo rádio: "Fernando (Alonso) é mais rápido que você. Você confirma se compreendeu a mensagem?" Uma mensagem codificada que uma volta depois fez todos nós, fãs da Fórmula 1, de trouxas. Felipe Massa fez aquilo que Rubens Barrichello havia feito em 2002 - quase parou na pista e deixou Alonso passar. Assim terminou o Grande Prêmio da Alemanha de 2010, com Fernando Alonso vencedor e Felipe Massa, funcionário do mês.

Depois da corrida a escuderia italiana foi chamada à torre de controle para conversar com os comissários de corrida e foi obrigada a pagar o equivalente a 180 mil reais, que é o máximo que uma equipe pode pagar de multa em uma corrida de Fórmula 1. Saiu barato, mas o caso vai a julgamento pela FIA em 10 de Setembro e os pilotos da equipe vermelha podem ser excluídos do resultado final da corrida deste dia 25 de Julho. Se a Federação Internacional do Automobilismo quiser recuperar a credibilidade dos fãs do automobilismo, terá que agir de forma rígida com a equipe de Maranello.

Veja a classificação final aqui.

Imagem (GloboEsporte.com): Momentos antes da "ultra"passagem de Fernando Alonso.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Sociedade Contemporânea: o jornalismo sujo de hoje em dia

É verdade, eu não sou jornalista, então tudo o que há neste blog são análises leigas, ou popularmente, uma "visão de fã". Eu gosto de automobilismo, mas como cidadão também gosto de boas reportagens e de jornalistas imparciais, como a própria profissão deles exige, ou deveria exigir. No entanto, há um tempo venho percebendo o quão sujo o jornalismo é. Infelizmente, como toda a empresa, os veículos de imprensa vêm cada vez mais sendo influenciados pela "politicagem".

Há um bom tempo deixei de assistir à televisão com um olhar mais crítico por causa do que se vê nessa "caixa de surpresas" de algumas polegadas. Há pouco se viu ataques de certa emissora - que não vale a pena citar seu nome - ao técnico Dunga. Sim, ele foi desrespeitoso com repórteres durante o período que se manteve à frente da Seleção Brasileira de Futebol, mas o povo sabe os verdadeiros motivos destes ataques e por isso nunca se viu tanta repulsa à emissora. Não tenho nada a ver com isso, mas não me interessa se essa, que é uma das cinco maiores redes de televisão do mundo, não gosta de um ou outro indivíduo.

Um fato mais recente é o infeliz crime cometido pelo goleiro Bruno, ex-Flamengo. A televisão continua em cima desse acontecimento. Tão pouco estamos preocupados com o desenrolar dessa história, sem querer desrespeitar, é claro, a família dos envolvidos. Tantas notícias que a emissora acima criticada deixa de exibir ao público, como por exemplo o estupro que o filho do chefão de uma emissora afiliada cometeu a uma jovem de 13 anos (http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/adolescente-confessa-estupro-pela-internet-20100705.html). Por isso a grande audiência que as emissoras concorrentes vêm recebendo com os últimos acontecimentos. Se continuar assim, a mídia vai começar a perder seu principal apoio, a publicidade.

Por fim, essa foi apenas uma postagem para desabafo mesmo. Infelizmente, o jornalismo de hoje em dia não é o mesmo que unia o povo como o de um tempo atrás.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Alonso bate Senna em pontos

No último Grande Prêmio da Austrália, Fernando Alonso somou 12 pontos. Foi o suficiente para subir à terceira posição entre os pilotos que mais pontuaram na Fórmula 1. Com isso, o espanhol passou Ayrton Senna. Ambos somaram, em suas carreiras, 614 pontos.

O noticiário espanhol "As" comemorou o feito, relevando ainda mais pelo fato de Alonso ter corrido 141 grandes prêmios contra 162 de Senna. Não há como comparar os dois pilotos: Senna correu até a temporada 1990 fazendo 9 pontos para cada vitória, quando somente os seis melhores classificados pontuavam. A partir do ano seguinte, o vitorioso ganhava 10 pontos.

Houveram mudanças em 2003, quando os oito melhores classificados pontuavam e na atual temporada, o primeiro colocado faz 25 pontos, além de pontuarem os dez melhores classificados. São momentos diferentes na história da Fórmula 1, fato.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Equipes novas = falta de segurança?

A resposta é não. Sempre que algo ou alguém ingressa no mundo da Fórmula 1, esse algo ou alguém vira assunto polêmico. Desta vez são as novas equipes o motivo dos últimos comentários expostos na mídia. Pilotos e chefes de equipe tratam as novas equipes como obstáculos para seus carros. E não são, nem atravessados na pista, nem correndo, obstáculos para as equipes antigas.

Lotus, HRT e Virgin ainda não têm potencial para bater nenhuma das equipes presentes no grid do ano passado. Quanto a serem perigosas, já vimos esse episódio em outras ocasiões, com outros personagens, como alguns pilotos novatos que entraram na metade da temporada e/ou algumas regras. Até a metade da década de 90 víamos equipes novas a cada início de temporada, algumas colecionando pérolas, outras com certo potencial. A temporada 2010 promete ser uma das mais emocionantes dos últimos anos, talvez até por causa do surgimento destas 3 novas equipes. Esta semana, Michael Schumacher e a Mercedes pediram paciência em relação às novas equipes, e fizeram bem.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Apenas boatos

Durante a partida de futebol entre Grécia e Ucrânia, válida pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, ontem à tarde o comentarista do SporTV, Lito Cavalcanti, afirmou que a nova equipe Mercedes GP (que comprou a antiga Brawn) havia acertado a contratação com o finlandês Kimi Räikkönen.

No mesmo dia o piloto que corria pela Ferrari desde 2007, quando conquistou o Campeonato de Pilotos, havia afirmado que tiraria um ano de férias da Fórmula 1 para voltar apenas em 2011, caso alguma equipe apresente uma proposta que mostre capacidade para vencer corridas e os campeonatos de pilotos e construtores.

O empresário Steve Robertson, que responde pelo piloto finlandês, afirmou que podem haver conversas com a equipe Mercedes para este próximo ano. Com seu empresário afirmando isto, Räikkönen disse que não considerou correr pela equipe alemã em 2010, já que, pelo que ele próprio sabe, a equipe terá dois pilotos alemães (referindo-se à possível dupla Rosberg-Heidfeld).

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Já estava na hora!

O escândalo do Grande Prêmio de Cingapura de 2008 teve um desfecho favorável para os fãs da Fórmula 1. O Conselho Mundial do Esporte a Motor da Federação Internacional do Automobilismo(FIA) decidiu banir Flavio Briatore definitivamente de qualquer competição automobilística. A Renault recebeu uma suspensão condicional até 2011. Nelsinho Piquet e Fernando Alonso foram inocentados.

Após dar ordens a Nelson Ângelo Piquet de rodar e bater no guard-rail do circuito de Cingapura, Flavio Briatore foi finalmente banido de qualquer competição vinculada a FIA. O ex-chefe da Renault também deverá abandonar o posto de empresário de Fernando Alonso, Mark Webber, Heikki Kovalainen e Romain Grosjean.

A Renault foi suspensa por dois anos, mas recebeu um sursis , ou seja, só será definitivamente suspensa caso cometa uma infração semelhante ao que ocorreu em Cingapura ano passado. Além disto a equipe francesa deverá colaborar com o trabalho de segurança da FIA nos próximos anos.

Pat Symonds, ex-dirigente da Renault, também foi suspenso por cinco anos, sem poder participar de quaisquer competições da FIA. Nelsinho Piquet e Fernando Alonso foram inocentados por colaborar com as investigações.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Antes Tarde do que Nunca!

Essa frase resume o alívio de todos nós, fãs da Fórmula 1, após o anúncio da saída de Flavio Briatore da Renault. Mas, por enquanto, só da Renault, porque ele pode muito bem voltar à Fórmula 1 por meio de outra equipe, a não ser que seja banido do esporte após a audiência no Conselho Mundial do Esporte a Motor da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

Além dele, Pat Symonds, também envolvido nas acusações do escândalo do Grande Prêmio de Cingapura de 2008, foi afastado. Mesmo assim, a Renault deixou implícito se a escolha da saída foi feita pela escuderia ou pelos próprios indivíduos, mas alegando "que não quer contestar as acusações alegadas pela FIA." A equipe francesa também admitiu que a batida para ocasionar a entrada do Safety Car foi sim analisada e discutida nos bastidores, sendo ocasionada propositalmente.

Sobre o escândalo, Max Mosley disse que quem denunciou Flavio Briatore e Pat Symond foi o ex-piloto Nelson Piquet. Quem sabe, o atual presidente da FIA não se aposenta fechando seu mandato com chave de ouro, banindo Flavio Briatore do mundo da Fórmula 1? Para, mais uma vez, alívio de todos!

Leia a íntegra do comunicado oficial da Renault:

"A Renault não vai contestar as acusações recentes feitas pela FIA sobre o GP de Cingapura de 2008. A equipe também quer comunicar que Flavio Briatore, chefe do time, e Pat Symonds, diretor-executivo de engenharia, deixaram a equipe. A equipe não fará mais comentários antes da audiência no Conselho Mundial da FIA em Paris, no dia 21 de setembro."

domingo, 30 de agosto de 2009

FIA confirma investigação sobre GP de Cingapura de 2008

A Federação Internacional do Automobilismo confirmou que contratou uma empresa independente para investigar uma possível manipulação de resultado do Grande Prêmio de Singapura de 2008 por parte de Flávio Briatore, chefe de equipe da Renault. A corrida foi vencida por Fernando Alonso.

Nesta corrida Nelson Ângelo Piquet, então piloto da escuderia francesa, rodou e bateu, ocasionando a entrada do carro de segurança, facilitando, possivelmente, a vitória de Fernando Alonso, piloto número um da Renault. É especulado que até o local da batida tenha sido planejado. A investigação receberá colaboração dos mecânicos da Renault.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Renault Liberada para o GP da Europa

Após o incidente envolvendo o carro 7 da escuderia francesa no último Grande Prêmio na Hungria, quando um pneu vôou pela pista, a Renault foi excluída do próximo GP. Mas após receber a apelação da equipe, a FIA resolveu diminuir a pena para um simples pagamento de 50 mil dólares.

A equipe francesa correrá o GP da Europa, em Valência, com Fernando Alonso, além de apresentar o novo piloto da equipe, o francosuíço Romain Grosjean, que substituirá Nelson Ângelo Piquet que fora demitido.

domingo, 26 de julho de 2009

GP da Hungria - 26/07

O atual campeão mundial de Fórmula 1, Lewis Hamilton, da McLaren, venceu hoje o Grande Prêmio da Hungria depois de largar na 4ª posição. O pole position Fernando Alonso liderou a corrida até o primeiro lance de paradas nos boxes, aberto por ele que parou na 12ª volta. Ao sair dos boxes era visível que o R29 estava com problemas. Primeiro a calota se soltou da roda e momentos depois o pneu dianteiro direito quicava pela pista, mas, por sorte, não atingiu ninguém e o piloto andou até os boxes. Depois da corrida, a Renault foi suspensa do Grande Prêmio da Europa que acontecerá dia 23 de Agosto.
Sebastian Vettel, forte candidato ao título deste ano, foi tocado por Kimi Räikkönen logo na primeira curva e teve de abandonar. O dia já estava virando contra a RBR, quando Mark Webber sofre um atraso na parada dos boxes e quase se choca com Räikkönen. A Red Bull também deverá se explicar sofre o incidente.
Lewis Hamilton, a partir daí, dominou a corrida, chegando a abrir 15 segundos de vantagem para Kimi Räikkönen, que chegou em segundo. Mark Webber completou o pódio. Rubens Barrichello chegou em 10º e Nelsinho Piquet em 12º. O novato Jaime Alguersuari correu sem cometer nenhum erro e cumpriu seu objetivo: completar as 70 voltas da prova.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O Touro Francês

Ontem foi confirmada a demissão de Sébastien Bourdais da Scuderia Toro Rosso. O francês foi campeão quatro vezes da ChampCar mas na Fórmula 1 não demonstrou muito esforço, poucas vezes o víamos brigando por posições e nos dois anos que esteve correndo pela STR ficou atrás dos seus companheiros de equipe, jovens e novatos nos respectivos anos. Em 2008 seus melhores resultados foram dois 7ºs lugares, na Austrália e na Bélgica e em 2009, dois 8ºs lugares, mais uma vez na Austrália e em Mônaco.

A STR não indicou oficialmente quem assumirá o banco do piloto francês na equipe, mas o provável é que o seu sucessor seja o espanhol Jaime Alguersuari, campeão da Fórmula 3 em 2008, piloto mais jovem a participar da Corrida dos Campeões e atual piloto reserva da Toro Rosso.

Depois de ser informado sobre sua demissão, Bourdais declarou que estava muito desapontado e que entrará na justiça contra sua antiga equipe. Mas na verdade, touro só em desenho no carro, porque de touro ele não tinha nada, infelizmente.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Susto Brasileiro

Ontem à noite, fontes ligadas ao apresentador do programa "Bem, Amigos" do canal por assinatura SporTV, Galvão Bueno, diziam que Nelson Ângelo Piquet estava demitido da equipe Renault. O assunto repercutiu em vários blogs e sites pela manhã inteira, com diversas especulações, inclusive de que o piloto assinaria um contrato com a escuderia italiana Toro Rosso. De fato, estava como certo que o suíço Romain Grosjean entraria em seu lugar e que, outro brasileiro, Lucas Di Grassi, piloto da GP2, seria o 3º piloto da equipe francesa.

Perto das 14 horas de hoje, Nelsinho, em seu Twitter, declarou que não estava fora da Fórmula 1, após uma reunião em Enstone. Antes da reunião ele não tinha certeza disto.

"Aí Galvão, vc está errado, meu bom! Te vejo na Hungria! E vamo torcer para q o carro esteja melhor lá! Valeu pelo apoio de todo mundo! Abcs!" - mensagem publicamente enviada por Nelson Piquet.

Ainda sobre o assunto, Lucas Di Grassi afirmou que não teve nenhum contato com a Renault ou seu chefe, Flávio Briatore.

Pois bem leitores, tomara que as coisas melhorem pro Nelsinho Piquet para não passarmos mais por outro susto como este, né?