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domingo, 1 de maio de 2011

Dia de homenagens pelo Brasil


Parece que 17, um número ímpar, nunca representa nada. Mas é só o que parece, porque para uma nação, para um país inteiro, para um oceano de fãs, 17 anos sem um ídolo é muito. Há 17 anos, num domingo de Dia do Trabalhador, no circuito de Ímola, em San Marino, morria Ayrton Senna, num trágico acidente na perigosa curva Tamburello.

Ayrton Senna recebeu muitas homenagens no dia de hoje, inclusive de pilotos, de emissoras de televisão e de fãs pelo Brasil e pelo mundo. É considerado o mais brilhante piloto que já entrou no cockpit de um carro de Fórmula 1.

Mesmo gerações de fãs que nunca puderam acompanhar esse carismático ídolo do esporte, que pode ser comparado com Pelé, no futebol, consideram Senna um exemplo de persistência e de admiração por seus próprios atos. O acidente de Senna naquele dia 1º de maio de 1994 fez com que o esporte a motor fosse visto de maneira diferente e possibilitou que hoje a Fórmula 1 seja considerada um dos esportes mais seguros do mundo.

Ayrton Senna venceu 41 vezes e conquistou 3 títulos mundiais, em 1988, 1990 e 1991. Assim como seus compatriotas, Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet, Senna dá um extremo orgulho aos fãs do automobilismo brasileiro.

Abaixo o vídeo da última volta da corrida que deu a Ayrton Senna sua segunda e última vitória num GP do Brasil, em Interlagos, em 1993:

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Declarações cabíveis

Hoje dois grandes nomes do automobilismo, que tiveram passagens importantes pela Fórmula 1, deram declarações elegantes e dignas de serem reproduzidas neste blog. Refiro-me a Jacques Villeneuve, campeão mundial de 1997 e Eddie Jordan, que foi proprietário da antiga equipe Jordan, entre 1991 e 2004. Ambos falaram sobre, respectivamente, o atual campeão Sebastian Vettel e Nico Rosberg, companheiro de equipe de Michael Schumacher na Mercedes.

Primeiramente o piloto canadense falou para a revista francesa Auto Hebdo que o comportamento imaturo de Vettel é culpa da preferência da Red Bull pelo jovem piloto. "Ele é muito rápido, mas eu sinto que ele tem dificuldade para controlar suas emoções. Eu o vi apontando o dedo para os comissários na área de pits e achei difícil de compreender aquilo nesse nível [da F1]. Parecia mais uma criança pequena. Ele tem recebido o mesmo tratamento durante toda a sua carreira. Aos 14 anos ele já sabia que seria levado para a F1. Quando ele comete um erro, eles dizem 'não, você não fez nada de errado, está tudo bem.' Vamos ver como ele reage agora [que é campeão]. Hamilton foi um pouco assim no início, mas, depois do título, ele teve uma temporada ruim. Este ano, finalmente se tornou um homem."

Villeneuve também comentou sobre o episódio do GP da Turquia, quando Vettel, ao tentar ultrapassar seu companheiro de equipe, Mark Webber, acabou abandonando a corrida. "Vettel estupidamente tirou Webber, mas a equipe disse que a culpa foi do Webber. Vamos ver o que acontece - se ele vai ficar pior ou vai amadurecer. Se ele for campeão na direção de Hamilton, vai ganhar mais campeonatos. Caso o contrário, nunca vai aprender com seus erros", encerrou voltando a comparar o atual campeão com Lewis Hamilton, campeão de 2008.

Já o ex-proprietário e atual comentarista da BBC, Eddie Jordan, vê no piloto alemão Nico Rosberg, filho do campeão mundial de 1982, Keke Rosberg, potencial para ter o mesmo sucesso que seu pai. Jordan acredita que o potencial de Rosberg é suficiente para continuar superando o heptacampeão Michael Schumacher dentro da equipe Mercedes. "Rosberg pode se tornar o queridinho porque, se o carro era tão desagradável como Michael dizia, então você tem que dizer 'espere um pouco. Rosberg o bateu em praticamente tudo, na classificação, na técnica de corrida, em tudo aquilo que você esperaria que Michael Schumacher se destacasse'. Schumacher não fez isso e acho que Rosberg pode ser um campeão mundial. E a grande coisa com relação à sua situação é que ele tirou toda a pressão sobre si, certamente do ponto de vista da imprensa", afirmou ao site Tazio. Eddie Jordan crê que o retorno do heptacampeão tenha se dado por uma razão: ele voltou para ser o número um da Mercedes.

Na blogosfera só se reproduz alguma declaração quando se concorda com ela. As declarações de Jacques Villeneuve e Eddie Jordan são cabíveis, porque Sebastian Vettel foi imaturo no período que esteve na Fórmula 1 e foi acobertado pela Red Bull e porque aqui escreve mais um que sempre viu em Nico Rosberg um grande potencial para ser campeão mundial.

Notas de falecimento

> Morreu ontem, aos 64 anos, vítima de um câncer, o ex-proprietário de equipes, Tom Walkinshaw. Escocês de nascimento, Walkinshaw foi piloto de carros esportivos, mas teve sucesso como dono de uma empresa que prestava serviços de engenharia no automobilismo, a Tom Walkinshaw Racing (TWR). Através da empresa, comandou o programa da Jaguar no Mundial de Marcas, conquistando dois títulos e a vitória nas 24 horas de Le Mans por duas vezes.

Entrou na Fórmula 1 em 1991, quando foi convocado para ser diretor de engenharia da Benetton, além de ter levado à equipe o engenheiro Ross Brawn, que também trabalhava na TWR e tido alguma participação na contratação de Michael Schumacher. Comprou a parte de Flavio Briatore na equipe Ligier, mas foi pela Arrows que virou, definitivamente, proprietário de equipe. O time correu de 1997 a 2002, quando faliu junto com a empresa TWR. Conhecido por suas manias, Tom Walkinshaw teve sua parcela de contribuição ao automobilismo mundial.

> Faleceu hoje o ex-piloto de F1, que correu na década de 1950, Jacques Swaters, enquanto dormia em sua casa em Bruxelas, na Bélgica. Tendo disputado sete provas de Fórmula 1 entre 1951 e 1954, o belga tinha 84 anos. Seu melhor resultado foi a sétima colocação no GP da Alemanha de 1953.

Jacques foi um dos fundadores e diretores da Ecurie Francorchamps, equipe que esteve presente na categoria entre as décadas de 50 e 60 e que existiu até 1982. Todas as corridas disputadas por Swaters foram por sua própria escuderia.

"Hipocrisia ridícula"

Não é nada admirável que o chefe da Ferrari, equipe da qual talvez tenham saído as ordens de equipe mais descaradas de toda a história da Fórmula 1, tenha elogiado a ação da FIA de mudar o artigo que proibia o ato, que sempre causa tanta polêmica. Stefano Domenicali é o sucessor de Jean Todt, o francês que agora é o presidente da Federação Internacional de Automobilismo, mas que em 2002 mandou Rubens Barrichello deixar a vitória em prol de seu companheiro de equipe, Michael Schumacher.

O chefe (Domenicali) da equipe de Maranello disse que a regra que proibia as ordens de equipe era uma "hipocrisia ridícula". Para este blogueiro a proibição das ordens de equipe podia até ser uma hipocrisia ridícula, visto que a Fórmula 1 sempre foi um esporte onde a atuação das equipes tem valor importante, quando a maioria delas preocupa-se mais com o Campeonato de Construtores do que com o de Pilotos. Mas, convenhamos, o que a Ferrari sempre fez, dando ordens para um piloto dar passagem a outro na metade de um campeonato, serviu apenas para diminuir a credibilidade da categoria máxima do automobilismo.

Imagem (Getty Images): Stefano Domenicali (E) e Christian Horner (D), chefe da equipe Red Bull. De um lado a equipe que mais se envolveu em polêmicas ligadas às ordens de equipe, do outro, a atual campeã da Fórmula 1, que rejeita tal prática.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Mudanças na Fórmula 1: polêmica e meio ambiente

Foram aprovadas hoje pelo Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo algumas alterações para as próximas temporadas da Fórmula 1. Entre as principais alterações está a liberação das ordens de equipe em 2011, que foram proibidas após a polêmica do Grande Prêmio da Áustria de 2002, mas que voltaram à tona na corrida da Alemanha de 2010.

A FIA aprovou, além das ordens, a volta dos motores turbo quatro cilindros, de 1,6L, que aumentam em até 50% a eficiência do consumo de combustível. Os motores "ecológicos" começarão a ser utilizados apenas em 2013. A categoria também visa liberar o uso de biocombustíveis a partir de 2012 e a comunicação dos pilotos com suas equipes via rádio será liberada integralmente para as transmissões de TV.

Já para 2011, os pilotos terão a possibilidade de ajustar a asa traseira de dentro do cockpit, para facilitar ultrapassagens, além do aumento de corridas feitas com a mesma unidade de câmbio, de quatro para cinco durante a temporada. Outra mudança é a autorização ao diretor de prova, que, em caso de entrada do Safety Car, poderá fechar o pitlane.

Para não terminar sem levantar polêmica sobre as ordens de equipe, é provável que muitos fãs da Fórmula 1 vejam com maus olhos a decisão da FIA de permiti-las. Eu particularmente sou contra, mas o problema não são as ordens, elas podem acontecer, mas as equipes vão ter de saber o momento de utilizá-las para não mancharem a imagem do esporte.

Imagem(AFP): Fernando Alonso comemora com Felipe Massa a vitória do GP da Alemanha de 2010, após o brasileiro ceder a posição a seu companheiro de equipe.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Um mundo difícil de se entender

Ontem o Grupo Lotus, que pertence à empresa malaia Proton, anunciou a compra das últimas ações da montadora de carros francesa Renault em sua equipe na Fórmula 1. Com a compra o nome do time passará a ser Lotus Renault GP em 2011. Porém, ao contrário do que parece, a notícia não soou tão bem para alguns indivíduos que fazem parte do circo da categoria máxima do automobilismo. É o caso de Tony Fernandes, dono da equipe Lotus Racing, que correu sendo assim chamada em 2010.

O porquê é simples: Fernandes briga na justiça com o Grupo Lotus pelo uso do nome da equipe, e inclusive pelo uso da pintura que o time francês apresentou (imagem: divulgação), alegando que comprou o nome. Mas em que essa briga interessa ao fã, torcedor, que acompanha a Fórmula 1? De fato, em nada, mas para as equipes ter um nome de prestígio, que fez muito sucesso no passado, atrai investimentos e é uma grande jogada de marketing - e essa é a palavra que move a categoria.

Caso ocorra de Tony Fernandes perder o nome na justiça, sua equipe passará a ser chamada de 1Malaysia (One Malaysia), o que para mim, ou para você, não vai fazer a menor diferença. Afinal, o que interessa na Fórmula 1, para nós, é a velocidade, a briga por vitórias, o esporte em si. Do outro lado, a vontade de permanência na categoria é grande, já que o Grupo Lotus pretende no futuro comprar todas as ações na equipe francesa (o restante é do grupo de investimentos luxemburguês, Genii). Se Fernandes vencer, teremos duas equipes Lotus: o Team Lotus, dele próprio e a Lotus Renault GP, do grupo de onde vem o nome.

A Fórmula 1 é um mundo difícil de se entender, em se tratando de patrocínios e investidores e sua relação com o lado técnico. No mais, só o que pode ser feito pelos fãs do automobilismo é aguardar e ver até onde a briga pelo nome Lotus vai ser levada (porque na pista é difícil de imaginá-la).

P.S.: Fiquei ausente por vários meses, mas espero estar de volta, firmemente.

domingo, 1 de agosto de 2010

Mark Webber vence, mas Rubinho rouba a cena

Para um Grande Prêmio da Hungria que geralmente é monótono, a corrida desse domingo foi bem agitada no circuito Hungaroring. Mais uma vez a Red Bull venceu nessa temporada e finalmente assumiu a dianteira no Campeonato de Construtores.

A ótima largada de Fernando Alonso lhe rendeu uma segunda colocação já na primeira volta. O espanhol até que atacou Sebastian Vettel, que liderava, mas a curta reta de Hungaroring não foi o suficiente para que o piloto da Ferrari assumisse a ponta da corrida.

Na primeira parte, um pedaço de carro que se encontrava no meio da pista fez com que o Safety Car fosse acionado. Vários pilotos aproveitaram para entrar nos boxes, à exceção de Mark Webber e Rubens Barrichello. No pit-stop de Nico Rosberg, os mecânicos da Mercedes não prenderam direito a roda traseira no carro, o que fez o pneu dar um passeio entre os mecânicos de equipes concorrentes, e o alemão teve de desistir. Outro incidente envolveu a Renault, que liberou Robert Kubica precipitadamente, bem no momento em que Adrian Sutil, da Force India, entrava para sua parada. O polonês e o alemão se chocaram. Kubica recebeu um stop/go, mas abandonou a corrida. Mercedes e Renault foram multadas em 50 mil dólares.

Mark Webber, de pneus macios, permaneceu na pista por mais de quarenta voltas, algo que imaginava-se ser inviável no início da temporada, mas mostra que o carro da RBR é realmente o mais equilibrado, digamos assim, do grid da Fórmula 1. A distância que o australiano abriu do segundo colocado, Fernando Alonso (que assumiu a posição após punição imposta a Sebastian Vettel por abrir uma distância de dez carros para o adversário à frente durante a volta com o carro de segurança) foi suficiente para voltar em primeiro lugar após a parada nos boxes. Depois disso, Webber apenas administrou a primeira posição e acabou vencendo pela quarta vez no ano.

Quem roubou a cena no GP da Hungria foi Rubens Barrichello, que prejudicado pela entrada do Safety Car, fez sua parada nas últimas voltas e retornou apenas na 11ª posição, atrás de ninguém mais ninguém menos que Michael Schumacher. Faltando cinco voltas para o final, Barrichello colocou seu carro à direita da Mercedes do ex-companheiro, que, de forma desleal, quase o jogou contra o muro da reta dos boxes. Schumacher perderá 10 posições no grid de largada da próxima etapa, na Bélgica, como punição à forma como se defendeu da ultrapassagem.

Essa manobra de Rubens Barrichello foi uma das melhores ultrapassagens da atual temporada. Dessa forma queremos ver a Fórmula 1, com brigas na pista, não por rádio, como fez a Ferrari no Grande Prêmio da Alemanha, semana passada.

Confira a Classificação Final do Grande Prêmio da Hungria aqui.

Assista à ultrapassagem de Rubens Barrichello sobre Michael Schumacher:

sábado, 31 de julho de 2010

Cara de poucos amigos

No último dia 29 de Julho o espanhol Fernando Alonso, piloto da Ferrari, completou 29 anos. A equipe italiana fez uma festa surpresa nos boxes da pista de Hungaroring. A cerimônia simples teve a presença da namorada de Alonso, que é cantora, e de Felipe Massa. Na gravação abaixo, repare na cara de poucos amigos do piloto brasileiro. Veja:

O temporal de Sebastian Vettel

A previsão para esse sábado de GP da Hungria era de chuva no circuito de Hungaroring. Não choveu e a Red Bull sobrou na pista, com Sebastian Vettel tendo sobrado entre todos os pilotos. O alemão não só largará na pole position como também bateu o recorde da melhor volta da pista, que antes era do heptacampeão Michael Schumacher.

No Q1, nada fora do normal. Os pilotos das equipes novatas - Virgin, Lotus e HRT - saíram acompanhados do japonês Kamui Kobayashi, da Sauber, que perdeu cinco posições no grid de largada por não parar para a pesagem do carro.

O Q2 foi outra etapa que ficou nas mãos da RBR e mandou de volta para os boxes os pilotos Michael Schumacher, Jenson Button e Rubens Barrichello, que há três corridas passava para a última parte da classificação, entre outros. Barrichello disse que foi prejudicado pelo tráfego na volta de aquecimento dos pneus, o que prejudicou a aderência da Williams com a pista.

Sebastian Vettel conseguiu o recorde da volta da pista no Q3 e bateu esse mesmo recorde no fim do treino. Mark Webber, companheiro do alemão na Red Bull, também largará na primeira fila. Mais uma vez Fernando Alonso superou seu fiel escudeiro e largará na terceira posição, uma a frente de Felipe Massa. Sebastian Vettel deve ganhar, se não errar na largada, essa é minha aposta.

Confira o Grid de Largada:

1º-Sebastian Vettel-Red Bull Renault-1:18.773 (Q3)(recorde da pista)
2º-Mark Webber-Red Bull Renault-1:19.184 (Q3)
3º-Fernando Alonso-Ferrari-1:19.987 (Q3)
4º-Felipe Massa-Ferrari-1:20.331 (Q3)
5º-Lewis Hamilton-McLaren Mercedes-1:20.499 (Q3)
6º-Nico Rosberg-Mercedes-1:21.082 (Q3)
7º-Vitaly Petrov-Renault-1:21.229 (Q3)
8º-Robert Kubica-Renault-1:21.328 (Q3)
9º-Pedro de la Rosa-Sauber Ferrari-1:21.411 (Q3)
10º-Nico Hulkenberg-Williams Cosworth-1:21.710 (Q3)
11º-Jenson Button-McLaren Mercedes-1:21.292 (Q2)
12º-Rubens Barrichello-Williams Cosworth-1:21.331 (Q2)
13º-Adrian Sutil-Force India Mercedes-1:21.517 (Q2)
14º-Michael Schumacher-Mercedes-1:21.630 (Q2)
15º-Sebastien Buemi-Toro Rosso Ferrari-1:21.897 (Q2)
16º-Vitantonio Liuzzi-Force India Mercedes-1:21.927 (Q2)
17º-Jaime Alguersuari-Toro Rosso Ferrari-1:21.998 (Q2)
18º-Timo Glock-Virgin Cosworth-1:24.050 (Q1)
19º-Heikki Kovalainen-Lotus Cosworth-1:24.120 (Q1)
20º-Jarno Trulli-Lotus Cosworth-1:24.199 (Q1)
21º-Lucas Di Grassi-Virgin Cosworth-1:25.118 (Q1)
22º-Bruno Senna-HRT Cosworth-1:26.391 (Q1)
23º-Kamui Kobayashi-Sauber Ferrari-1:22.222 (Q1)(punido)
24º-Sakon Yamamoto-HRT Cosworth-1:26.453 (Q1)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Há 10 anos, em Hockenheim...

Para os fãs do automobilismo a manhã de 30 de Julho de 2000 parecia ser mais uma em que o jejum de sete anos sem vitórias de brasileiros permaneceria. Aquele era um domingo de GP da Alemanha e Rubens Barrichello, então piloto da Ferrari, largaria na 18ª posição, já que tivera problemas na classificação. Para ele e para todos, um ponto já seria ótimo resultado.

Michael Schumacher, que era companheiro de Barrichello naquela época, se envolveu com Giancarlo Fisichella em um acidente na largada, deixando todas as preocupações da equipe para o piloto brasileiro, que na segunda volta já ocupava a 10ª posição. Rubinho foi ganhando terreno e na 15ª volta já era o terceiro colocado da prova, atrás apenas de Mika Hakkinen e David Coulthard.

A tática agressiva de Rubens (largou leve, para fazer duas paradas) fez com que parasse nos boxes na 17ª volta. No retorno à pista, conseguiu ficar em 5º. Um dos aspectos que ajudou, e muito Rubens Barrichello, foi a entrada de uma pessoa, que atravessou a pista, para protestar contra a Mercedes, na 19ª volta. O Safety Car teve de entrar na pista e a diferença entre os carros foi zerada, além de que todos os pilotos, à exceção de Barrichello, precisariam fazer uma parada nos boxes.

Após a relargada, Pedro Diniz e Jean Alesi bateram na última chicane do circuito, provocando nova entrada do carro de segurança. Com as posições inalteradas, Rubens Barrichello ficou na 3ª posição.

Na volta 32 começaram a cair os primeiros pingos de chuva. Em Hockenheim, por ser um circuito muito longo, podia chover em algumas partes da pista e em outras permanecer seco. Foi assim, logo Barrichello permaneceu com os pneus para pista seca, enquanto os adversários entravam para os boxes para fazer a troca para pneus "biscoito".

O brasileiro da Ferrari chegou a perder quase dois segundos por volta para o segundo colocado, Mika Hakkinen, mas no fim da corrida manteve uma estabilidade nos tempos. Na última volta, Barrichello tomou o máximo de cuidado na pista. Ao cruzar a linha de chegada, pôs-se fim ao jejum de sete anos sem vitórias brasileiras na Fórmula 1, desde a morte de Ayrton Senna e de la pra cá aquela é a vitória mais emocionante de toda a carreira de Rubens Barrichello.

Nesse fim de semana, quando largar no GP da Hungria, Rubens Barrichello estará alcançando a histórica marca de 300 grandes prêmios no currículo. Ele já é o recordista em participações. Veja a última volta do Grande Prêmio da Alemanha de 2000:

Sem muitos comentários

Eu havia prometido acompanhar os treinos livres e comentá-los pelo Twitter. Infelizmente, o despertador não ajudou. Desde já peço desculpas pelo problema. Por isso, pouco tenho a comentar sobre os treinos livres para esse GP da Hungria.

O pouco que posso dizer é que a Red Bull voltou a dominar os tempos depois do domínio da Ferrari em Hockenheim. Mas é bom lembrar que a sexta-feira não indica muito, já que algumas equipes utilizam os treinos livres para simular corrida, com tanque cheio. Além do domínio da RBR, bom ressaltar que Felipe Massa ficou mais uma vez atrás de Fernando Alonso. O piloto brasileiro tentou ser rápido, saiu da pista em alguns momentos, mas não superou o companheiro de equipe. Amanhã espera-se uma disputa bem apertada na busca pela pole position. Aposto em Sebastian Vettel, que é a escolha mais óbvia no momento.

Confira a Classificação Final após as duas sessões de treinos livres:

1º-Sebastian Vettel-Red Bull Renault-1:20.087
2º-Fernando Alonso-Ferrari-1:20.584
3º-Mark Webber-Red Bull Renault-1:20.597
4º-Felipe Massa-Ferrari-1:20.986
5º-Vitaly Petrov-Renault-1:21.195
6º-Lewis Hamilton-McLaren Mercedes-1:21.308
7º-Robert Kubica-Renault-1:21.375
8º-Nico Hulkenberg-Williams Cosworth-1:21.623
9º-Jenson Button-McLaren Mercedes-1:21.730
10º-Michael Schumacher-Mercedes-1:21.773
11º-Pedro de la Rosa-Sauber Ferrari-1:21.809
12º-Rubens Barrichello-Williams Cosworth-1:21.844
13º-Nico Rosberg-Mercedes-1:22.039
14º-Kamui Kobayashi-Sauber Ferrari-1:22.212
15º-Jaime Alguersuari-Toro Rosso Ferrari-1:22.469
16º-Adrian Sutil-Force India Mercedes-1:22.507
17º-Sebastien Buemi-Toro Rosso Ferrari-1:22.602
18º-Vitantonio Liuzzi-Force India Mercedes-1:23.138
19º-Paul di Resta-Force India Mercedes-1:23.520
20º-Jarno Trulli-Lotus Cosworth-1:24.553
21º-Heikki Kovalainen-Lotus Cosworth-1:25.210
22º-Timo Glock-Virgin Cosworth-1:25.376
23º-Lucas di Grassi-Virgin Cosworth-1:25.669
24º-Bruno Senna-HRT Cosworth-1:26.745
25º-Sakon Yamamoto-HRT Cosworth-1:27.705

Atualizado em 30/07/2010 às 16:15.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Poucas palavras ou apenas palavras?

Após a grande polêmica que marcou o Grande Prêmio da Alemanha, a próxima parada do circo da Fórmula 1 é o circuito de Hungaroring, talvez o menos aprovado pelos pilotos, mas um dos mais tradicionais, localizado próximo a Budapeste, na Hungria.

No destaque das entrevistas de quinta-feira, as de Felipe Massa e Fernando Alonso, os grandes protagonistas da marmelada do último domingo. Massa disse: "No dia em que disser que sou piloto número 2, não correrei mais. Vou lutar pela vitória. Se acontecer de novo algo parecido com a situação do GP da Alemanha, eu vou vencer. É claro que falei com todo mundo dentro da equipe. Como disse, não estou aqui só para correr. Sou profissional, trabalho para a equipe e espero que todos entendam isso." O piloto brasileiro com certeza vai tentar recuperar a admiração dos fãs sem perder a confiança da Ferrari. Uma tarefa difícil, sim, mas se ele começar a enfrentar de forma segura o companheiro e adversário, pode recuperar o moral do povo brasileiro. Agora, é bom lembrar que Felipe Massa não é uma vítima nessa história, é um dos protagonistas e se com ele está acontecendo isso, é porque não conseguiu igualar Fernando Alonso em resultados na temporada inteira. Foi incompetente e fraco nessa temporada e isso trouxe prejuízos.

Do outro lado, sem mostrar nenhuma preocupação com a repercussão do caso, Fernando Alonso afirmou que "a polêmica não o afeta, nem um pouco". O piloto espanhol ainda disse que sempre lutará pelo melhor de sua equipe. A partir das cinco horas da madrugada, no horário brasileiro, o primeiro treino livre para o Grande Prêmio da Hungria ocorrerá. Nesse fim de semana, vamos ver se as palavras de cada piloto realmente vão ser cumpridas.

O blog Assunto Motor fará pequenos comentários durante as sessões de treinos livres desta sexta-feira, através do Twitter, em @assuntomotor, às 5h e às 9h da manhã.

Imagem: Michael Schumacher conversou com seu amigo e ex-companheiro de equipe, Felipe Massa, sobre o ocorrido no último fim de semana.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Horários do Fim de Semana - GP da Hungria

Depois da grande polêmica que envolveu a Ferrari em Hockenheim, na Alemanha, veremos o desenvolvimento do moral dos pilotos. Por um lado Felipe Massa, o fraco funcionário da equipe italiana e pelo outro, Fernando Alonso, o herói das Astúrias e verdadeiro chefe de Maranello. Os horários das sessões, mais uma vez, serão apresentados aqui no blog Assunto Motor, abaixo:

30/07-Treino Livre 1-05:00-SporTV (TV por assinatura)
30/07-Treino Livre 2-09:00-SporTV (TV por assinatura)
31/07-Treino Livre 3-06:00-SporTV (TV por assinatura)
31/07-Treino Oficial-09:00-Rede Globo (TV aberta)
01/07-Corrida-08:50-Rede Globo (TV aberta)

O blog não se responsabiliza por possíveis alterações na programação, que foi retirada dos sites redeglobo.globo.com e sportv.globo.com

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Escândalo: as opiniões daqueles que conhecem o automobilismo

Após o Grande Prêmio da Alemanha (leia o resumo aqui), ex-pilotos, donos de equipe e jornalistas deram suas opiniões. Veja abaixo:

Rubens Barrichello, ex-piloto da Ferrari: "Conheço bem o que aconteceu na Ferrari. Parece um VT."

Christian Horner, chefe de equipe da Red Bull: "Foi a ordem de equipe mais clara que já vi."

Felipe Massa: "Tomei a melhor decisão pela equipe".

Stefano Domenicali, chefe de equipe da Ferrari: "Ordens de equipe não são problema."

Nelsinho Piquet: "A Fórmula 1 não é um mundo colorido."

Fernando Alonso: "Vi Felipe lento e passei. Esse 1-2 é bom pra Ferrari."

Niki Lauda, tricampeão mundial da Fórmula 1: "Ele (Fernando Alonso) mostrou que não tem caráter."

Luca di Montezemolo, presidente da Fiat-Ferrari: "Quem é contratado para pilotar aqui sabe: interesses da equipe vêm antes de interesses pessoais. Polêmicas não interessam."

Eddie Jordan, ex-chefe de equipe e comentarista da BBC: "Foi ilegal e foi roubo. Eles nos roubaram a chance de ver uma disputa roda-a-roda na pista. A Ferrari devia ter vergonha. Para mim, isso é trapaça."

David Coulthard, ex-piloto de Fórmula 1: "Essa regra é ridícula. Você não deve impedir que as equipes controlem seus resultados na corrida."

Na minha humilde opinião, o que ocorreu na Ferrari deve ser visto de várias maneiras. A Ferrari preocupa-se em ganhar o título de construtores e o título de pilotos. Se Massa vencesse a corrida, ficaria muito atrás do líder do campeonato, Lewis Hamilton. Fernando Alonso também. Os sete pontos de diferença entre o primeiro colocado de uma corrida e o segundo podem ser muito importantes no fim de um campeonato. Agora, que o melhor para o esporte em si seria uma punição bem severa à Ferrari, seria.

Atualizado em 27/07/2010 às 22:54.

O bom funcionário

Passaram-se oito anos desde o GP da Áustria de 2002 em que Rubens Barrichello deu passagem para seu então companheiro de equipe, Michael Schumacher, por ordem do staff técnico da Ferrari. Mas o GP da Alemanha que aconteceu ontem (domingo) foi, em alguns aspectos, semelhante ao ocorrido no circuito de A1-Ring.

Na largada o piloto da Red Bull, Sebastian Vettel, que largou da pole position, preocupou-se em defender-se de Fernando Alonso, sem reparar que o companheiro de equipe do espanhol atacava pela linha de fora. Logo, Felipe Massa conseguiu fazer a primeira curva na primeira posição, com Alonso em segundo. Após a parada para troca de pneus, as primeiras posições da corrida não se modificaram. Fernando Alonso tentou atacar Felipe Massa, mas foi fechado e, em seguida, falou pelo rádio: "Isso é ridículo", se referindo ao fato de estar à frente no Campeonato de Pilotos e não poder ultrapassar o companheiro.

Essa pressão do piloto espanhol, acostumado em ser o primeiro piloto quando esteve na Renault, fez com que Rob Smedley, engenheiro da Ferrari, dissesse a Felipe, na volta 48, pausadamente, pelo rádio: "Fernando (Alonso) é mais rápido que você. Você confirma se compreendeu a mensagem?" Uma mensagem codificada que uma volta depois fez todos nós, fãs da Fórmula 1, de trouxas. Felipe Massa fez aquilo que Rubens Barrichello havia feito em 2002 - quase parou na pista e deixou Alonso passar. Assim terminou o Grande Prêmio da Alemanha de 2010, com Fernando Alonso vencedor e Felipe Massa, funcionário do mês.

Depois da corrida a escuderia italiana foi chamada à torre de controle para conversar com os comissários de corrida e foi obrigada a pagar o equivalente a 180 mil reais, que é o máximo que uma equipe pode pagar de multa em uma corrida de Fórmula 1. Saiu barato, mas o caso vai a julgamento pela FIA em 10 de Setembro e os pilotos da equipe vermelha podem ser excluídos do resultado final da corrida deste dia 25 de Julho. Se a Federação Internacional do Automobilismo quiser recuperar a credibilidade dos fãs do automobilismo, terá que agir de forma rígida com a equipe de Maranello.

Veja a classificação final aqui.

Imagem (GloboEsporte.com): Momentos antes da "ultra"passagem de Fernando Alonso.

sábado, 24 de julho de 2010

Dois milésimos

O treino de classificação para o Grande Prêmio da Alemanha, que terá sua corrida amanhã, começou emocionante. Já na primeira parte o italiano Vitantonio Liuzzi, piloto da Force India, saiu da pista na última curva do ótimo circuito de Hockenheim e acabou batendo no muro da reta de chegada, mas não se machucou. Nessa primeira parte o piloto da Ferrari, Fernando Alonso, cravou o melhor tempo - 1:14.808.
Depois da briga entre Ferrari e Red Bull que marcou todos os treinos livres, parecia que a escuderia italiana finalmente voltaria a andar na frente, já que mais uma vez, esta no Q2, o piloto espanhol da Ferrari fez o melhor tempo, agora 1:14.081.
No Q3 os principais candidatos à pole position sairam à pista no momento em que faltavam poucos minutos para o término da classificação. Sebastian Vettel, piloto da RBR, marcou o melhor tempo, mas, pensava-se pelo menos, que não seria o suficiente para largar à frente de Fernando Alonso. No último instante, porém, o piloto espanhol havia errado em algum momento durante sua volta e fez um tempo dois milésimos mais lento que o adversário alemão, que posteriormente, mas por enquanto, tornou-se o dono da casa.
Felipe Massa fez o terceiro tempo e Rubens Barrichello, o oitavo.

Confira o Grid de Largada:

1º-Sebastian Vettel-Red Bull Renault-1:13.791 (Q3)
2º-Fernando Alonso-Ferrari- 1:13.793 (Q3)
3º-Felipe Massa-Ferrari-1:14.290 (Q3)
4º-Mark Webber-Red Bull Renault-1:14.347 (Q3)
5º-Jenson Button-McLaren Mercedes-1:14.427 (Q3)
6º-Lewis Hamilton-McLaren Mercedes-1:14.566 (Q3)
7º-Robert Kubica-Renault-1:15.079 (Q3)
8º-Rubens Barrichello-Williams Cosworth-1:15.109 (Q3)
9º-Nico Rosberg-Mercedes-1:15.179 (Q3)
10º-Nico Hulkenberg-Williams Cosworth-1:15.339 (Q3)
11º-Michael Schumacher-Mercedes-1:15.026 (Q2)
12º-Kamui Kobayashi-Sauber Ferrari-1:15.084 (Q2)
13º-Vitaly Petrov-Renault-1:15.307 (Q2)
14º-Pedro de la Rosa-Sauber Ferrari-1:15.550 (Q2)
15º-Jaime Alguersuari-Toro Rosso Ferrari-1:15.588 (Q2)
16º-Sebastien Buemi-Toro Rosso Ferrari-1:15.974 (Q2)
17º-Jarno Trulli-Lotus Cosworth-1:17.583 (Q1)
18º-Heikki Kovalainen-Lotus Cosworth-1:18.300 (Q1)
19º-Adrian Sutil-Force India Mercedes-1:15.467 (Q2)(punido)
20º-Bruno Senna-HRT Cosworth-1:18.592 (Q1)
21º-Vitantonio Liuzzi-Force India Mercedes-1:18.952 (Q1)
22º-Sakon Yamamoto-HRT Cosworth-1:19.844 (Q1)
23º-Lucas Di Grassi-Virgin Cosworth-sem tempo (câmbio)
24º-Timo Glock-Virgin Cosworth-1:18.343 (Q1)(punido)

Obs.: Adrian Sutil e Timo Glock foram punidos com perda de cinco posições no Grid de Largada por trocarem seus câmbios.

Atualizado às 23:25 de 24/07/2010.

domingo, 13 de junho de 2010

Pneus protagonistas e Hamilton assume a liderança

Entre duas partidas da Copa do Mundo bem jogadas (Sérvia 0 x 1 Gana e Alemanha 4 x 0 Austrália), tivemos hoje o Grande Prêmio do Canadá, que começou veloz, do jeito que os fãs do automobilismo gostam. Não só começou com muita emoção, como também foi inteiramente emocionante.

Já de início a notícia era que Mark Webber, da RBR, trocara o câmbio e perdera cinco posições no grid de largada, como previsto em regulamento, largando da sétima posição. De primeira foi uma boa notícia para quem torcia por Felipe Massa, que acabou ganhando uma posição de largada, mas saberíamos adiante que não era tão bom assim. Na primeira curva, o brasileiro da Ferrari foi tocado por Vitantonio Liuzzi, da Force India. Os dois pilotos, que são amigos, acabaram sendo prejudicados.

Na corrida, a briga pela liderança ficou entre Lewis Hamilton, da McLaren, Fernando Alonso, da Ferrari e os dois pilotos da Red Bull, Sebastian Vettel e Mark Webber. Em um momento, também esteve na frente Sebastien Buemi, da Toro Rosso, que logo entrou para os boxes. Por fim, a corrida foi definida nas trocas de pneus: quem gastou menos chegou à frente e acabou dando dobradinha da McLaren, com Lewis Hamilton à frente, e Jenson Button, talvez o piloto mais suave no controle do volante, em segundo. Nenhum brasileiro pontuou. Rubens Barrichello chegou em 14º, Felipe Massa, que entrou muitas vezes nos boxes, em 15º e Lucas Di Grassi em 19º. Bruno Senna não viu a bandeira quadriculada.

Classificação Geral:

1º-Lewis Hamilton-McLaren Mercedes-1:33:53.456
2º-Jenson Button-McLaren Mercedes-+2.2s
3º-Fernando Alonso-Ferrari-+9.2s
4º-Sebastian Vettel-Red Bull Renault-+37.8s
5º-Mark Webber-Red Bull Renault-+39.2s
6º-Nico Rosberg-Mercedes-+56.0s
7º-Robert Kubica-Renault-+57.3s
8º-Sebastien Buemi-Toro Rosso Ferrari-+1 volta
9º-Vitantonio Liuzzi-Force India Mercedes-+1 volta
10º-Adrian Sutil-Force India Mercedes-+1 volta
11º-Michael Schumacher-Mercedes-+1 volta
12º-Jaime Alguersuari-Toro Rosso Ferrari-+1 volta
13º-Nico Hulkenberg-Williams Cosworth-+1 volta
14º-Rubens Barrichello-Williams Cosworth-+1 volta
15º-Felipe Massa-Ferrari-+1 volta
16º-Heikki Kovalainen-Lotus Cosworth-+2 voltas
17º-Vitaly Petrov-Renault-+2 voltas
18º-Karun Chandhok-HRT Cosworth-+4 voltas
19º-Lucas Di Grassi-Virgin Cosworth-+5 voltas
Ret-Timo Glock-Virgin Cosworth-Volante
Ret-Jarno Trulli-Lotus Cosworth-Freios
Ret-Pedro de la Rosa-Sauber Ferrari-Motor
Ret-Bruno Senna-HRT Cosworth-Caixa de Câmbio
Ret-Kamui Kobayashi-Sauber Ferrari-Colisão

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Horários do Fim de Semana - GP do Canadá

Nas últimas semanas estive ausente, mas retorno com os horários (de Brasília) de todas as sessões do fim de semana de Grande Prêmio do Canadá, a ser realizado no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal. Dessa vez só poderei acompanhar três sessões, entre elas, as mais importantes, Treino Oficial e Corrida. Segue abaixo:

11/06*-Treino Livre 1-11:00-SporTV2 (TV por assinatura)
11/06-Treino Livre 2-15:00-SporTV2 (TV por assinatura)
12/06*-Treino Livre 3-11:00-SporTV2 (TV por assinatura)
12/06-Treino Oficial-14:00-Rede Globo (TV aberta)
13/06-Corrida-13:00-Rede Globo (TV aberta)

*-O evento não será acompanhado pelo blog.

sábado, 15 de maio de 2010

Red Bull denovo na frente

Depois do acidente de Fernando Alonso no Treino Livre 3 - que danificou o chassi do seu Ferrari, a briga pela pole position ficou entre os pilotos da Red Bull, Mark Webber e Sebastian Vettel, Felipe Massa, da Ferrari e o surpreendente Robert Kubica, da Renault. Esses quatro pilotos mostram que têm um equipamento superior ao dos rivais nesse fim de semana, além da própria perícia em guiar um carro.

O Q1, normal, eliminou os pilotos das três equipes pequenas: Lotus, Virgin e HRT. E Fernando Alonso, que não teve seu carro consertado a tempo após o acidente do último treino livre. Já o Q2 foi o mais movimentado, quando vários pilotos revezaram na primeira colocação. Nessa etapa, os sete pilotos eliminados foram Nico Hulkenberg, Adrian Sutil, Sebastien Buemi, Vitaly Petrov, Pedro de la Rosa, Kamui Kobayashi e Jaime Alguersuari.

No Q3, etapa que decide enfim o grid de largada, as apostas ficaram entre Robert Kubica e Felipe Massa. Porém a briga ficou entre Mark Webber e o piloto da Renault, com Felipe Massa nem chegando perto da posição de honra da largada. Enfim, quando todos pensavam que Kubica iria conseguir a merecida pole position, chegou um veterano australiano e conquistou a sexta pole position da equipe RBR na temporada, em seis corridas.

Entre os brasileiros, Felipe Massa largará em 4º, Rubens Barrichello em 9º, Lucas Di Grassi em 21º e Bruno Senna em 22º.

Grid de Largada:

1º-Mark Webber-Red Bull Renault
2º-Robert Kubica-Renault
3º-Sebastian Vettel-Red Bull Renault
4º-Felipe Massa-Ferrari
5º-Lewis Hamilton-McLaren Mercedes
6º-Nico Rosberg-Mercedes
7º-Michael Schumacher-Mercedes
8º-Jenson Button-McLaren Mercedes
9º-Rubens Barrichello-Williams Cosworth
10º-Vitantonio Liuzzi-Force India Mercedes
11º-Nico Hulkenberg-Williams Cosworth
12º-Adrian Sutil-Force India Mercedes
13º-Sebastien Buemi-Toro Rosso Ferrari
14º-Vitaly Petrov-Renault
15º-Pedro de la Rosa-Sauber Ferrari
16º-Kamui Kobayashi-Sauber Ferrari
17º-Jaime Alguersuari-Toro Rosso Ferrari
18º-Heikki Kovalainen-Lotus Cosworth
19º-Jarno Trulli-Lotus Cosworth
20º-Timo Glock-Virgin Cosworth
21º-Lucas Di Grassi-Virgin Cosworth
22º-Bruno Senna-HRT Cosworth
23º-Karun Chandhok-HRT Cosworth
24º-Fernando Alonso-Ferrari

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Há 25 anos, em Estoril...

Muitos poucos se lembraram disto em meio aos vários acontecimentos na história ocorridos neste dia: Morte de Tiradentes (feriado por causa disso), 50 anos da fundação de Brasília, entre outros. Mas a 21 dias do mês de Abril de 1985, Ayrton Senna vencia seu primeiro grande prêmio, no autódromo do Estoril em Portugal.

A chuva forte caiu sem parar durante aquela corrida. Ayrton, que largou na pole position, dominou a corrida e foi muito mais rápido que todos os seus adversários, e só Michele Alboreto (segundo colocado), da Ferrari, não terminou uma volta atrás do brasileiro. A corrida acabou antes de completarem-se todas as voltas, quando já haviam passado as duas horas de duração, limite em corridas de Fórmula 1.

A vitória de Senna, que pilotava a Lotus na época, só não foi mais comemorada porque naquele mesmo dia 21 de Abril morria o presidente Tancredo Neves, que não chegou a assumir seu lugar como o chefe do estado brasileiro.