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domingo, 1 de maio de 2011

Dia de homenagens pelo Brasil


Parece que 17, um número ímpar, nunca representa nada. Mas é só o que parece, porque para uma nação, para um país inteiro, para um oceano de fãs, 17 anos sem um ídolo é muito. Há 17 anos, num domingo de Dia do Trabalhador, no circuito de Ímola, em San Marino, morria Ayrton Senna, num trágico acidente na perigosa curva Tamburello.

Ayrton Senna recebeu muitas homenagens no dia de hoje, inclusive de pilotos, de emissoras de televisão e de fãs pelo Brasil e pelo mundo. É considerado o mais brilhante piloto que já entrou no cockpit de um carro de Fórmula 1.

Mesmo gerações de fãs que nunca puderam acompanhar esse carismático ídolo do esporte, que pode ser comparado com Pelé, no futebol, consideram Senna um exemplo de persistência e de admiração por seus próprios atos. O acidente de Senna naquele dia 1º de maio de 1994 fez com que o esporte a motor fosse visto de maneira diferente e possibilitou que hoje a Fórmula 1 seja considerada um dos esportes mais seguros do mundo.

Ayrton Senna venceu 41 vezes e conquistou 3 títulos mundiais, em 1988, 1990 e 1991. Assim como seus compatriotas, Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet, Senna dá um extremo orgulho aos fãs do automobilismo brasileiro.

Abaixo o vídeo da última volta da corrida que deu a Ayrton Senna sua segunda e última vitória num GP do Brasil, em Interlagos, em 1993:

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Há 10 anos, em Hockenheim...

Para os fãs do automobilismo a manhã de 30 de Julho de 2000 parecia ser mais uma em que o jejum de sete anos sem vitórias de brasileiros permaneceria. Aquele era um domingo de GP da Alemanha e Rubens Barrichello, então piloto da Ferrari, largaria na 18ª posição, já que tivera problemas na classificação. Para ele e para todos, um ponto já seria ótimo resultado.

Michael Schumacher, que era companheiro de Barrichello naquela época, se envolveu com Giancarlo Fisichella em um acidente na largada, deixando todas as preocupações da equipe para o piloto brasileiro, que na segunda volta já ocupava a 10ª posição. Rubinho foi ganhando terreno e na 15ª volta já era o terceiro colocado da prova, atrás apenas de Mika Hakkinen e David Coulthard.

A tática agressiva de Rubens (largou leve, para fazer duas paradas) fez com que parasse nos boxes na 17ª volta. No retorno à pista, conseguiu ficar em 5º. Um dos aspectos que ajudou, e muito Rubens Barrichello, foi a entrada de uma pessoa, que atravessou a pista, para protestar contra a Mercedes, na 19ª volta. O Safety Car teve de entrar na pista e a diferença entre os carros foi zerada, além de que todos os pilotos, à exceção de Barrichello, precisariam fazer uma parada nos boxes.

Após a relargada, Pedro Diniz e Jean Alesi bateram na última chicane do circuito, provocando nova entrada do carro de segurança. Com as posições inalteradas, Rubens Barrichello ficou na 3ª posição.

Na volta 32 começaram a cair os primeiros pingos de chuva. Em Hockenheim, por ser um circuito muito longo, podia chover em algumas partes da pista e em outras permanecer seco. Foi assim, logo Barrichello permaneceu com os pneus para pista seca, enquanto os adversários entravam para os boxes para fazer a troca para pneus "biscoito".

O brasileiro da Ferrari chegou a perder quase dois segundos por volta para o segundo colocado, Mika Hakkinen, mas no fim da corrida manteve uma estabilidade nos tempos. Na última volta, Barrichello tomou o máximo de cuidado na pista. Ao cruzar a linha de chegada, pôs-se fim ao jejum de sete anos sem vitórias brasileiras na Fórmula 1, desde a morte de Ayrton Senna e de la pra cá aquela é a vitória mais emocionante de toda a carreira de Rubens Barrichello.

Nesse fim de semana, quando largar no GP da Hungria, Rubens Barrichello estará alcançando a histórica marca de 300 grandes prêmios no currículo. Ele já é o recordista em participações. Veja a última volta do Grande Prêmio da Alemanha de 2000:

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Há 25 anos, em Estoril...

Muitos poucos se lembraram disto em meio aos vários acontecimentos na história ocorridos neste dia: Morte de Tiradentes (feriado por causa disso), 50 anos da fundação de Brasília, entre outros. Mas a 21 dias do mês de Abril de 1985, Ayrton Senna vencia seu primeiro grande prêmio, no autódromo do Estoril em Portugal.

A chuva forte caiu sem parar durante aquela corrida. Ayrton, que largou na pole position, dominou a corrida e foi muito mais rápido que todos os seus adversários, e só Michele Alboreto (segundo colocado), da Ferrari, não terminou uma volta atrás do brasileiro. A corrida acabou antes de completarem-se todas as voltas, quando já haviam passado as duas horas de duração, limite em corridas de Fórmula 1.

A vitória de Senna, que pilotava a Lotus na época, só não foi mais comemorada porque naquele mesmo dia 21 de Abril morria o presidente Tancredo Neves, que não chegou a assumir seu lugar como o chefe do estado brasileiro.